Para Renato Gonçalves, a terceira frente da missão de quem começa é montar um anúncio com um funil que atinja exatamente a dor do cliente — não apenas divulgar o produto.
A missão tem três frentes, na mesma linha
Renato descreve a missão de quem está começando em três partes conectadas: encontrar um produto validado, criar uma loja estruturada, funcional e persuasiva, e montar um anúncio com um funil que atinja exatamente a dor do cliente.
“Montar um anúncio com um funil que atinge exatamente a dor do seu cliente.”
Por que o funil precisa estar ligado à dor
Essa exigência não aparece isolada — ela é consequência direta de como Renato orienta a escolha do produto: resolvendo uma dor forte. Se o produto foi escolhido certo, o anúncio e o funil precisam manter essa mesma lógica, comunicando diretamente com a dor que o cliente sente, em vez de apenas apresentar características do produto.
O anúncio como parte de um sistema, não peça isolada
Dentro do plano de Renato, o anúncio não funciona sozinho — ele é a ponte entre o produto certo (escolhido pela dor que resolve) e a loja estruturada para converter. Um funil desconectado da dor do cliente quebra essa cadeia, mesmo que o produto e a loja estejam bem montados.
Perguntas frequentes
O que o anúncio precisa ter, além de mostrar o produto?
Um funil que atinja exatamente a dor do cliente, segundo Renato Gonçalves — não basta divulgar o produto sem essa conexão.
Qual a ordem das três frentes que Renato descreve como missão do iniciante?
Encontrar um produto validado, criar uma loja estruturada, funcional e persuasiva, e montar um anúncio com funil que atinja a dor do cliente.
Por que o anúncio precisa estar ligado à dor, e não só ao produto?
Porque o próprio critério de escolha de produto já parte da dor forte que ele resolve — o anúncio precisa manter essa mesma lógica até o funil.
Quer estruturar um funil que realmente conversa com a dor do seu cliente?