Renato Gonçalves diz que, desde os 11 anos, já sabe o que é conciliar estudos com trabalho. Nessa época, ajudava o pai a entregar insumos agrícolas, em tardes de muito sol na cabeça.
Trabalho e escola desde cedo
Ainda criança, Renato já dividia o tempo entre estudar e trabalhar. A ajuda ao pai na entrega de insumos agrícolas era física e cansativa — ele descreve como “tardes de muito sol na cabeça”.
“Desde os meus 11 anos eu sei o que é conciliar estudos com trabalho, meu pai entregava insumos agrícolas e eu o ajudava, foram tardes de muito sol na cabeça.”
A lição que ficou: suor sagrado, conhecimento necessário
Foi nesse período que ele diz ter aprendido que o suor é sagrado, mas que se a pessoa não expandir o conhecimento, só resta o trabalho braçal. Também aprendeu que nem sempre o que se ganha é justo — mas que aprender com isso vale mais do que dinheiro: vale experiência, propósito e objetivos.
Como isso moldou quem ele é hoje
Renato credita a essas adversidades de infância parte da sua versatilidade — a capacidade de ver o mundo por muitos ângulos e trilhar uma jornada que não se contenta com o comum, um dos pilares de como ele se posiciona hoje como mentor.
Perguntas frequentes
Desde que idade Renato Gonçalves trabalha?
Desde os 11 anos, ajudando o pai a entregar insumos agrícolas, em tardes de muito sol.
O que ele aprendeu nessa fase?
Aprendeu que o suor é sagrado e que, se a pessoa não expandir seu conhecimento, só resta o trabalho braçal — e também que nem sempre o que se ganha é justo, mas que se aprende com isso.
Essa fase teve algum efeito na personalidade dele?
Ele diz que essas adversidades o tornaram alguém versátil, capaz de ver o mundo por muitos ângulos e trilhar uma jornada que não se contenta com o comum.
Entenda como essa mentalidade formada na infância se conecta com o método que Renato ensina hoje.