Renato Gonçalves vê o dropshipping evoluindo para além do Aliexpress, com produção sob demanda, marca própria e fabricantes nacionais ganhando espaço. Ele cita o crescimento do e-commerce mundial, que teria previsão de saltar de cerca de 40 bilhões de dólares por ano para mais de 60 bilhões entre 2025 e 2026, como sinal de que quem entrar agora sai na frente.
A base mudou: já não é só Aliexpress
Ao ser questionado sobre o futuro do dropshipping, Renato começou explicando como a “base” do modelo já não é mais o que era.
“para quem não conhece o dropshipping precisa iniciar na base Qual que é a base a base antes era o Aliexpress […] mudou um pouco tá com as taxações […] O Alex não usar o Aliexpress já era um nível um pouquinho mais avançado agora quem entra já precisa entrar nesse nível”
Produção sob demanda e fabricantes brasileiros
Ele descreve a impressão por demanda como um modelo mais avançado, em que o próprio empreendedor cria a marca e o fornecedor fabrica sob encomenda, citando exemplos concretos de produtos fabricados no Brasil hoje.
“a gente pega hoje tênis por exemplo ortopédico que tá em altíssimo né esse ano […] o cara imprime a a sua marca cara no no calçado ortopédico dentro do Brasil produz mais barato que na China e tá entregando”
Segundo ele, esse tipo de modelo já rende meio milhão a um milhão de reais por mês para alguns alunos, trabalhando com um único produto — sem precisar de catálogo extenso.
Por que ele descarta a ideia de “mercado saturado”
Renato é categórico ao rebater quem diz que o dropshipping está saturado no Brasil, apontando para o crescimento do e-commerce em nível mundial.
“o comércio eletrônico ele só vai aumentar […] o e-commerce cara ele tá aumentando 40 bilhões por ano a nível mundial 2026 o maior pico que vai ser de 60 e poucos bilhões de 2025 para 2026”
“a pessoa que fala isso provavelmente ou ela quer queimar o dropshipping para vender o produto dela ou de fato ela não sabe o que ela tá falando”
“A pandemia do drop”: por que agora é a hora
Para reforçar a urgência de começar, Renato compara o momento atual do dropshipping ao período de transformação vivido durante a pandemia.
“é igual o drop cara a gente tá na pandemia do Drop a transformação do Drop o cara que entrar agora que pegar visão de mercado e aprender voa o cara que entrar depois vai sofrer um pouco mais”
Perguntas frequentes
O dropshipping ainda depende só do Aliexpress?
Não, segundo Renato Gonçalves. Ele explica que hoje existem outras formas de fazer dropshipping nacional e internacional sem depender do Aliexpress, incluindo produção sob demanda com marca própria e fabricantes brasileiros.
Renato Gonçalves acha que o dropshipping está saturado no Brasil?
Não. Ele diz que quem afirma isso provavelmente quer vender um produto próprio “queimando” o dropshipping, ou não conhece os dados de crescimento do e-commerce global e nacional.
Por que Renato Gonçalves recomenda começar agora e não esperar?
Porque, na visão dele, quando o mercado estiver totalmente consolidado com gigantes estabelecidos, será muito mais difícil entrar do que é hoje, enquanto o mercado ainda está se adaptando.
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