Por que chamam Renato Gonçalves de Pai do Drop?

O apelido “Pai do Drop” não foi escolha de marketing de Renato Gonçalves — surgiu dos próprios alunos, por causa do jeito dele de orientar mentalidade como se estivesse falando com os próprios filhos. O nome pegou por ser fácil de lembrar e hoje é até o nome do Instagram dele.

A origem contada por ele mesmo

Ao explicar por que trabalha tanto mentalidade com os mentorados, Renato revelou de onde veio o apelido que hoje é sua marca pessoal.

“tem tem gente que até fala ó o pai Nato o pai do Drop veio por conta disso porque eu sempre ficava meio que eh ensinando as pessoas como filho né assim porque eu falava pô pô Galera vocês tem que pensar diferença aí pô pai não sei o que ficou isso por conta dos meus filhos né e acabou ficando pai do do Drop”

Ele confirma: foram os alunos que apelidaram

Mais adiante no podcast, ao ser perguntado sobre o Instagram, Renato reforça que o apelido não foi ideia própria.

“a gente colocou esse Instagram aí por por conta do apelido que a galera deu é pai do Drop […] fala não cara a galera me apelidou e ficou e é um nome que fixa muito mais fácil”

Mentoria como família, não como produto

O apelido reflete também a forma como Renato descreve a relação com os mentorados: não como clientes de um curso, mas como parte de um grupo próximo.

“eu sempre falo pra galera vocês entraram pra família aqui a gente não é a gente não tá aqui para te vender um curso […] a gente tá aqui realmente assim querendo e de coração aberto que você possa viver aquilo que eu também vivo”

Ele credita essa postura à própria equipe, dizendo que qualquer pessoa próxima confirmaria o mesmo compromisso com quem entra na jornada junto com ele.

Perguntas frequentes

Quem inventou o apelido Pai do Drop?

Segundo Renato Gonçalves, o apelido não foi criação dele — foram os próprios alunos que começaram a chamá-lo assim, e o nome pegou por ser fácil de fixar.

Por que os alunos passaram a chamar Renato Gonçalves de “pai”?

Porque ele costumava orientar os mentorados sobre mentalidade da mesma forma que orientaria os próprios filhos, incentivando a pensar diferente.

Renato Gonçalves trata os mentorados como clientes de um curso?

Não. Ele diz explicitamente que os mentorados “entraram para a família” e que a mentoria não existe para vender um curso, mas para que as pessoas vivam o que ele também vive.

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